Que a felicidade não dependa do tempo. Nem da paisagem . Nem da sorte. Nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda a simplicidade. De dentro para fora. De cada um para todos. Que as pessoas saibam falar,calar. E acima de tudo ouvir. Que tenham um amor. Ou então sintam falta de não tê-lo. Que tenham um ideal. E tenham medo de perdê-lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor. Para que tenhamos certeza de que viver... Vale a pena!! Um abençoado fim de semana! Beijo!
....................... ............,|)......I\ EU ............/|)......|)\ ESTAVA .........../.|)......|).\ NAVEGANDO ........../..|)......|)...\ E DEI UMA ........./...|)......|)....\ PASSADINHA ......../....|).......|).....\ POR ......./...,-- ---_...|.......\ AQUI PARA TE VER !!! ....'\==-,,;,,;,,;,,,,,,,-==;7~.~.~.~.~.~\ DEIXO MEU BEIJO ...~.\__....__...__.....__/~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~ CARINHOSO
Seus cabelos, Balançavam com o vento. Ela dançava, Dançava de dia, Dançava de tarde, Dançava à noite.
À noite, Enquanto os archotes brilhavam, E punham nela muitos fulgores, Ela sorria e sorria...
Para quem sorria? Para ninguém. Bastava, para ela, Sorrir para si mesma.
Sorria... Sufocando o pranto, Que lhe inundava a alma. Porque, se ela chorasse, Todos choravam também.
E ela tinha que sorrir, Cantar, Dançar. Bailando, Como baila o vento, Cantando, Como cantam as aves, Só, tão só...
E, no entanto, dona absoluta, De todos os olhares, De todas as mentes, Que estavam ali. Cada um achando, Que era para eles que ela sorria, Quando, na verdade, Ela não sorria para ninguém, Ela sorria para si mesma.
O tempo passou... E, no vento tão forte, Que muda a vida, Mudando as pessoas de lugar, Daqui para acolá.
Um dia, Ela deixou de dançar, Mas não deixou de cantar. Mesmo na solidão dos pinheiros gelados, Fazia, com os rouxinóis, Um dueto encantado.
O rouxinol cantava de tristeza, Ela cantava de saudade, De dor...
Por onde andará? Como estará a terra dos meus amores? Aonde estarão aqueles, Que pisam, firme, o chão? Aonde estará o meu povo? Será que estão como eu... Na solidão?
Canta, cigana, Canta... Deixa que o vento da vida de carregue, Que a brisa te abrace E que as folhas te teçam harpejos, Nos ninhos dos pássaros.
A solidão nos faz Aprender a viver, Dentro de nós, Num castelo encantado.
Onde se é possível, Chorar sozinha E rir, feliz, Para todos os passantes, Caminhantes, Andantes de muitas terras, De muitos sonhos, De muitas estradas.
Deixa voar, O eu sonho de paz, Porque, um dia, você terá.
Não chore, Não chore, cigana, Cante. Porque, mesmo sem cantar, Você encanta. E, Mesmo chorando, Você sorri.
Deixa o tempo passar, Deixa as folhas voar, Voar... Porque, um dia, Paz você terá!
Convenientemente aplicada a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empiricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama. Pois o amor é um potencial de energia.